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Notícias

Curso de pós-graduação em Desenvolvimento Sustentável e Manejo Ambiental em parceria com a Universidade do Planalto Catarinense. Faça o download da sinopse aqui.

As inscrições para o próximo curso iniciam no início de 2013, on-line em http://www.uniplac.net/pos ou contate diretamente o setor de pós no fone 49 3251-1000.

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2012, agosto - Termina a expedição para a Reserva Biológica de Sooretama com participação de estudantes da Universidade do Estado de Nova York, o relatório já está disponível aqui.

Certificação Florestal

O Projeto Puma fornece consultoria tanto para a certificação pelo FSC (Forest Stewardship Council) como para a identificação de Altos Valores de Conservação (HCVs), o que inclui, além da conservação da biodiversidade, o gerenciamento da rede de relacionamento ambiental e participação comunitária.

A organização produz ainda informações científicas sobre o papel de florestas manejadas na sobrevivência de espécies emblemáticas e ameaçadas, e na manutenção da integridade ambiental.

trabalho

Manejo de Recursos

O Projeto Puma está envolvido diretamente na comercialização de castanhas-do-Pará, um dos produtos florestais não-madeireiros mais importantes da floresta Amazônica. Entre em contato conosco para uma cotação.

castanha
Castanha-do-Pará identificada pelo Projeto Puma como
um Alto Valor de Conservação (HCV) em uma floresta certificada da Amazônia.

A castanha-do-Pará representa um importantíssimo aporte energético para as espécies amazônicas, e também a dependência ecológica entre espécies na floresta tropical - as sementes apodrecem e não germinam caso um animal não abra o ouriço e disperse as sementes.

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Gerenciamento da rede de relacionamento para
o sucesso das empresas florestais

O papel da certificação florestal para o crescimento do negócio no Brasil não é ainda completamente entendido, e tem sido freqüentemente subestimado. Planos de manejo sustentáveis aparecem bem no papel, mas freqüentemente não são implementados na íntegra.

Este tem sido a causa do colapso de grandes empresas no passado recente. O caso mais notório foi da Gethal, a qual chegou a ser a maior empresa madeireira da América do Sul. Corte ilegal ou impróprio, falta de diálogo com agências ambientais e com a comunidade, soma-se em uma base insegura e frágil para o negócio. Este modelo não resiste a uma auditoria séria por agências locais de meio ambiente e de terras públicas, uma situação que pode ser agravada pela opinião pública local, vizinhos, e ONGs.

A razão para o colapso não é necessariamente o manejo florestal inadequado. Entretanto, por deixar a rede de relacionamentos e a boa vizinhança em segundo plano, as empresas correm o risco de ficar sós, sem ninguém para tomar parte em sua defesa.

As empresas devem buscar bons aliados, não os que podem ser comprados ou corrompidos, mas aqueles com convição de que o manejo florestal é benéfico para a natureza, vida silvestre, e para a manutenção da vida comunitária.

As empresas devem ser agentes de transformação

As empresas geralmente não entendem que, como atores importantes no circuíto social e econômico, devem ser também agentes de transformação. Gestores, tomadores de decisão, funcionários ambientais, e a maior parte dos cientistas (que não trabalham diretamente com o assutno) também não estão convencidos que o manejo da floresta é talvez a melhor solução para preservar as florestas existentes. De fato, os governos não tem recursos suficientes para garantir o patrulhamento e proteção das reservas, por isto parte desta responsabilidade deve ser repassada à empresas que aplicam o manejo sustentado. Pessoas treinadas trabalhando constantemente em uma área florestal irão naturalmente intimidar invasores, caçadores, e têm o potencial para transformar a realidade do corte raso e queima no entorno das áreas de manejo.

O manejo florestal deve ser estimulado em áreas de entorno de reservas, e dentro de reservas na categoria de uso sustentável, e o governo deve estimular estes empreendimentos.

As empresas florestais devem dar-se conta de que são agentes potenciais de transformação, demonstrando a funcionários ambientais e para o público que as florestas manejadas são ecologicamente mais saudáveis que outros sistemas de uso da terra.

Como o Projeto Puma pode ajudar

O primeiro passo para atingir o objetivo desejado de segurança do negócio e sustentabilidade é contratar uma análise de Altos Valores de Conservação (HCV), o qual pode usar a maior parte dos dados já disponíveis em áreas manejadas. O próximo passo é o treinamento do pessoal, incluindo dos gestores florestais, para que entendam como o sistema funciona, de forma que sejam multiplicadores e capazes de demonstrar como o manejo florestal pode ser ecologicamente e socialmente benéfico. Terceiro, um diálogo real devem ser aberto com agências ambientais e com agências de terras públicas, bem como com comunidades locais e ONGs.

O Projeto Puma tem uma extensa experiência em áreas florestais, e tem muitos exemplos que florestas manejadas podem funcionar tão bem e freqüentemente melhor que áreas protegidas oficiais na conservação dos sistemas naturais e da fauna e flora silvestre.

Certificação pelo FSC

Até outubro de 2009, 117 milhões de hectares de floresta foram certificadas pelo Forest Stwardship Council (FSC) em 50 países. O processo de certificação assegura que a retirada e produção de produtos florestais esteja de acordo com a legislação, direitos das pessoas, e meio ambiente.

'O FSC é um sistema de certificação que fornece um padrão reconhecido internacionalmente para o produto e para as empresas interessadas em responsabilidade florestal'.

Os 10 princípios e 56 critérios descrevem como as florestas devem ser manejadas para atender à necessidades sociais, econômicas, ecológicas, culturais e espirituais das gerações presentes e futuras. Incluem aspectos gerenciais bem como exigências ambientais e sociais. De fato, as regras são as mais rígidas e as exigências sociais e ambientais são as mais altas.

Florestas de Alto Valor de Conservação (HCVFs)

Toda floresta tem algum valor ambiental e social. Os valores que as florestas contêm podem incluir, entre outros, presença de espécies raras, áreas de recreação, ou recursos coletados por população local.Quando estes valores forem considerados de caráter excepcional ou de importância crítica, a área florestal pode ser definida como uma Floresta de Alto Valor de Conservação (HCVF).

A chave para o conceito de Florestas de Alto Valor de Conservação é a identificação dos atributos de Alto Valor de Conservação: são estes valores que são importantes e que precisam ser protegidos. Florestas de Alto Valor de Conservação são simplesmente áreas florestais onde estes valores são encontrados ou, mais precisamente, a área florestal que deve ser manejada de maneira apropriada para que os valores identificados sejam mantidos ou aumentados. A identificação destas áreas é, portanto, o primeiro passo para o desenvolvimento de um manejo apropriado para as mesmas.

O conceito de HCVF foi inicialmente desenvolvido pelo Forest Stewardship Council (FSC) para ser empregado na certificação do manejo de áreas florestais e foi primeiramente publicado em 1999. De acordo com o princípio 9 para certificação do FSC, os gestores florestais devem identificar os Altos Valores de Conservação (HCVs) que ocorram dentro das suas unidades de manejo para desenvolver um manejo de maneira que os valores identificados sejam mantidos ou aumentados, além de monitorar o sucesso desse manejo.

Após esta publicação, o conceito tem sido aplicado tanto no sistema FSC como mais amplamente. Por exemplo, o uso desta abordagem tem crescido e está sendo usado no mapeamento de paisagens e no planejamento de recursos naturais e no direito ambiental. O conceito também tem sido utilizado nas políticas de compras e recentemente começou a aparecer nas discussões e nas políticas de agências governamentais.


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